quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Evoluir é Controlar???



Durante um estudo ontem, após escutar algumas observações perguntei: Evoluir é controlar??!!! ....(continua depois)

domingo, 24 de agosto de 2008

Toda diferença...

"Será que há diferença ?Ou é apenas outro jeito de enxergar , às vezes parece que não vemos nada, e que os olhos são só para enfeitar" - Edney Silva.
...Continua depois....




sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Sou só porque quero ou só porque me fiz assim?

Escutei: "E o que sou eu? Ninguém se encontra por acaso!"

O que é viver só? Podemos, realmente, viver só?

Durante a vida, as várias experiências nas quais somos projetados por consequência das opções de curto, médio e longo prazo, raramente nos privam das mais variadas transformações no campo das emoções, desfiladeiro ainda pouco conhecido por todos nós.

Vez ou outra, motivados pela dor causada pelas decepções, desencontros, perdas ou mesmo pela ansiedade que mina plantando n'alma a semente do desequilibrio mental, o homem procura na ausência dos demais diluir os efeitos da culpa, do remorço ou mesmo da angústia que lhe dilacera o peito, mergulhando em um processo de recontrução da psiquê que somente terá fim após o término dos tempos internos relativos a cada um durante os mais variados estágios da sua evolução, voltando à vida social somente quando impulsionado pelos novos projetos que o motivarão à reorganizar a convivência com os novos grupos pela simples necessidade do aprendizado que permitirá aos novos objetivos a chance de serem concretizados.

Outra forma muito comum de alguns demonstrarem o estado de solidão tem haver com a busca pela espiritualidade. Motivados pelo euforismo da busca espiritual, e sustentados na filosofia que crêem possibilita-los no alcance do estado de "Nirvana", condição que independente do nome que se dê é o objetivo da busca. Afastam-se da convivivência dos demais grupos por acreditarem, não estar em sintonia com a conduta que acreditam ser a ideal para o processo que se encontram. Modificam a forma da vestimenta, da alimentação, do falar, do agir e reagir, e devido ao sentimento de curto prazo, e principalmente por não identificarem nos demais a conduta equivalente, resolvem por "sacrificio à causa", ou quem sabe pela incapacidade de conviver com a diferença de opinião, à exclusão, ou seja, durante o tempo de maturação deste novo desafio resolvem por um tipo de comportamento "eremita".

Uma das experiências mais comuns que tenho observado durante a vida, e que já tive a amarga oportunidade de vivenciar, tem suas raízes na lei de causa e efeito. Ao contrário dos dois primeiros casos descritos, a situação de agora nos subjulga, ou seja, sofremos ele por que de alguma forma optamos por permitir que suas causas se instalem.

A solidão agora é fruto amargo das opções despreendidas contra aqueles que compartilham do nosso dia-a-dia.

Na falta de sensibilidade para com as necessidades dos outros, pela imposição daquilo que nos é importante sem relevar o que importante é para os demais, gera a desastrosa reação do afastamento pela antipatia, pela incapacidade que todos terão de conviver harmoniosamente conosco. Tal ação, incialmente, quase não nos é percebida, e isto pela grave acomodação do orgulho em nosso psiquismo. Como que em um tipo de fascinação por nós mesmos, somos impelidos a reagir contra toda e qualquer tentativa de argumentação aos nossos desejos. Tornamo-nos escravos do grande "Pai maldito da alma", o egoísmo.

A saída deste processo, poderá ter dois caminhos:
a - O primeiro poderá remeter a pessoa, após sua conscientização, a primeira situação descrita. Fato que ocasionará uma melhora após o alcance do reequilibrio psiquico e químico.
b - O segundo cairá na situação sequente e deste poderemos ter duas possibilidades:
b.1 - O mascaramento do orgulho em uma nova situação ou;
b.2 - A reconstrução dos hábitos e a redução dos efeitos descritos na primeira situação pela desfocalização que o envolvimento em situações como estas geram, fazendo que a reflexão aconteca em doses homeopáticas.

A grande conclusão que podemos tirar deste texto é que independente da situação humana que estejamos passando, antes ou depois dos momentos que exigirão o nosso recolhimento para as reflexões necessárias ao recomeço, temos a necessidade da convivência com os nossos semelhantes. Somos seres sociais, como afirma a antropologia e a sociologia. Necessitamos uns dos outros. Se por algum motivo não acreditamos nestas máximas, é porque de alguma forma relutamos com o entendimento que a vida, por todos os lados, nos demonstra.

Do mais ínfimo ao mais complexo ser da natureza, tudo se liga, todos necessitam multuamente uns dos outros.

No dia que abrirmos os olhos d'alma para os ensinamentos da grande mãe Terra que nos acolhe doando tudo e exigindo muito pouco, entenderemos o quão inspirado estava Francisco de Assis quando afirmou: "Aquecei-me, irmão Sol! Iluminai-me, Irmã Lua! Afaga-me, irmão vento!"ou ainda: "Senhor, fazei que eu procure consolar mais do que ser consolado, amar do que ser amado...", talvez ai, nestas simples e profudas palavras encontra-se o grande segredo do universo que nos unirá a todos, algo que tentamos e definimos como O AMOR.

sábado, 26 de julho de 2008

O Araçatuba em mim mesmo...


Neste dia 20 de julho, estive com a Pri e um casal de amigos, subindo a montanha "Araçatuba"em Tijucas do Sul no Paraná. Foram +_ 1.600 m de subida em baixo declive, muitos calos e a certeza que preciso melhorar o meu aeróbico.

Foi um trekking dificil para mim!

Levamos quase 03 horas para alcançar o cume mas valeu a pena, como valeu!

Além da singular oportunidade de interação com toda aquela natureza, aproveitei para mapear as oportunidade de escalada do tipo Boulder e pensar em alguns fatos do cotidiano.

Da visita ao "Araçatuba", montanha que um grupo de amigos adotou e está criando uma associação vinculada à FEPAM, fica a foto ao lado registrando um momento de um outro grupo de montanhistas que lá estava, e a certeza que de alguma forma já fazemos parte um do outro!

domingo, 13 de julho de 2008

Via dos Italianos - 2008


No segundo semestre, estarei fazendo algumas vias no Rio de Janeiro, dentre elas a famosa e tradicional VIA DOS ITALIANOS.
Um secundo passo em direção a uma maior experiência na escalada!!!!

Depois de alguns anos...


Indubitabelmente o tempo é um grande apaziguador....


Da tormenta, uma nova calmaria aproxima-se...


Diferente, cheia de marcas profundas, ricas....


Juntando ao que chamo de "experiência", novos hábitos, novos sonhos, novas oportunidades, novos aprendizados...


Mais um "eu" que se foi, mais um que após plantar e colher, tende a sumir na poeira que o tempo tudo transforma...


Não tenho saudades do que passou, e um misto de boas lembranças misturam-se ao de recordações já não tão dolorosas,...apenas o respeito por mim fica, e acima dele a grande necessidade de aprender mais, respeitar mais, amar mais, cativar a doçura e permitir ser amado,...sem traumas, sem generalismos, apenas sentindo e deixando sentir-se.


Que venham as novas experiências, afinal, das anteriores moldei-me e estou bem melhor e das de agora, por certo, caminharei para um estado ainda maior de amor por mim e por todos que compartilham da mesma experiência.

sábado, 8 de março de 2008

Percurso...


Hoje, observando algumas fotos antigas, vendo e revendo algumas situações, pessoas e locais, mergulho no fato da unicidade das experiências.


Sim, mergulhados na subjulgação que o tempo nos impõe, cada lugar, cada sentimento vivido, cada olhar direcionado, cada beijo ou abraço dados, frase ou palavra dita, são únicos. Filhos benditos ou malditos da capacidade direta que temos de posicionarmos frente a realidade segundo o que percebemos dela.