Nesta última semana tive mais uma oportunidade interessante de aprendizado. Enfrentei uma situação no campo do relacionamento profissional que testou-me em vários sentidos. Entre eles, posso citar a paciência, a culpa, a boa-vontade, a análise critica, a empatia e por fim a maturidade no trato de questões que superam as nossas expectativas quando se trata da razão, sua e a dos outros.
Atualmente, não tenho tido qualquer dúvida que o grande motivador das nossas vidas é a capacidade que temos de enxergar a importância das relações e a forma como as tratamos nos vários campos que traduzem o nosso ser.
E o elemento divino, conciliador de qualquer diferença, é o tempo, tempo que diciplina nossas ações e dilata a capacidade que precisamos ter para compreendê-la.
Por mais que tentemos adiantar, adquirindo informações e até desenvolvendo o conhecimento, não tem jeito, a sabedoria que acalma e sacia somente acontecerá com a vivência, ou seja, após algum tempo de experiência.
Na minha opinião, está é uma regra básica da convivência humana, e como não existe nada igual neste universo, mesmo entre objetos ou seres de uma mesma classificação, saber analisar cada situação com suas devidas características, necessidades e expectativas nos coloca em uma situação singular que aqui vou denominar de respeito, a semente do que conhecemos por "consciência tranquila".
Continua...
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